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Vespa 2021

Os ícones são criados com o tempo, não nascem

Ao comemorar seu 75º aniversário, a Vespa ultrapassa a marca de 19 milhões de unidades produzidas, incluindo quase dois milhões apenas na última década. São 19 milhões de histórias de garotos e garotas, gerações inteiras que sonharam e ganharam sua liberdade montados em uma Vespa.

Disponível apenas durante o ano de 2021 nos modelos Primavera e GTS, a nova série comemorativa Vespa conta com acabamentos especiais, porta-malas cromado e top case especialmente desenhado para a scooter.

A Vespa é muito mais do que apenas uma scooter. É um fenômeno cultural global. Creditado como o pontapé inicial do renascimento da Itália no pós-guerra, tornou-se um símbolo de liberdade e elevado design italiano em todo o mundo. Ainda hoje, ele permanece em exibição no MoMA de Nova York, capturando os corações e mentes de todos que passam por ele!

A nova série especial Vespa 75, apenas será vendida durante o ano de 2021, e apresenta-se com uma nova cor desenvolvida para comemorar este aniversário: “Giallo 75”, o amarelo metalizado que reinterpreta as cores em voga na década de 1940 e que evoca a herança e o espírito inovador que sempre caraterizaram a marca. Visível nos painéis laterais e no para-lamas dianteiro, o número 75 aparece num tom mais acentuado, criando um elegante e discreto efeito tom sobre tom. Na tradicional gravata destaca-se o amarelo fosco, no mesmo tom “Giallo”.

Pronto para colorir o futuro

Espontânea, simples e rápida, a Vespa há muito atrai e inspira talentos criativos de todo o mundo, gerando colaborações que vão de Dior a (RED) e Sean Wotherspoon. Mesmo na idade avançada de 75 anos, ele permanece tão contemporâneo como sempre, pronto para desempenhar sua parte na criação de um amanhã mais vibrante e positivo.

Desde o momento em que estourou em cena em uma nação que estava em uma fase de reconstrução do pós-guerra e repleta de ideias, criatividade e esperança, Vespa representou um gosto pela vida e um desejo de abraçar o futuro. Tornou-se um ícone de liberdade e emancipação para jovens em todo o mundo, combinando o estilo Made in Italy sem esforço e distinto com tecnologia de ponta.

Todos os modelos da edição especial Vespa 75, com uma cilindrada superior a 50 cc, integram um painel de instrumentos 4,3” TFT a cores garantindo uma instrumentação totalmente digital através do sistema Vespa MIA, para conexão do smartphone ao veículo. Para sublinhar a singularidade desta série comemorativa, a Vespa 75 vem acompanhada por um kit de boas-vindas (composto por um lenço em seda 100% italiano, um prato Vespa vintage em aço, o livro do proprietário e uma coleção de postais com imagens da história da Vespa).

Uma verdadeira diva. Para marcar seu 75º aniversário, nada melhor do que uma versão especial? A Vespa 75th é uma edição limitada disponível apenas em 2021 e apenas nos modelos Primavera 50, 125 e 150 cc e GTS 125 e 300 cc. Esta joia única na vida está destinada a ter corações agitados e pulsação acelerada.

 

 

SEAT Ibiza 2021

Se por fora as diferenças são mínimas, por dentro o interior do atualizado SEAT Ibiza podemos quase falar em revolução. Fiquem a par de todas as novidades.

Lançado em 2017, a atual do geração do SEAT Ibiza recebe agora uma bem vinda atualização, com o grande destaque da mesma a estar no seu interior, todo ele profundamente remodelado.

Por fora, no entanto, praticamente não existem diferenças. Além dos faróis em LED passarem a ser de série em toda a gama (Full LED opcional), os únicos elementos novos estão na nova assinatura cursiva do modelo presente na bagageira — estreada pelo Tarraco e já adotada pelo novo Leon —, e no logótipo da SEAT, que passa a ter dois tons de cromado (brilhante e mate). E, claro, há também jantes de novo desenho de 17″ e 18″.

Regressando ao seu interior, é impossível não reparar no novo tabliê. Este assume uma disposição dos seus componentes próxima à que vimos no Leon, destacando-se o posicionamento das saídas de ventilação centrais e do ecrã de infoentretenimento que surge invertido em relação ao Ibiza que conhecíamos.

Assim, o ecrã tátil do sistema de infoentretenimento — 8,25″ ou 9,2″ — passa a estar numa posição mais elevada e ergonomicamente correta. Outra diferença para o Leon é o facto de o Ibiza manter ainda comandos físicos para a climatização. Há também novas saídas de ventilação circulares nas extremidades do tabliê que podem ser iluminadas (Xcellence e FR), fazendo parte da iluminação ambiente.

O volante multifunções é também novo e recebe um novo revestimento em Nappa (Xcellence e FR), mais agradável ao toque. Por falar em revestimentos, estes também mudaram: há um novo material mais suave ao toque no tabliê, e os bancos também ganharam novos revestimentos em tecido.

Mais tecnologia

O renovado SEAT Ibiza viu também os seus argumentos tecnológicos reforçados. A tecnologia Full Link — compatível com Apple CarPlay e Android Auto — é agora sem fios e o infoentretenimento passa a ter comandos por voz, por exemplo.

Ao nível dos assistentes à condução, o Ibiza passa a poder contar com o Travel Assist (Assistente de Viagem, que combina a ação do cruise control adaptativo com o assistente de faixa de rodagem), ou seja, passa a permitir condução semiautónoma (nível 2). Conta ainda com o Assistente Lateral, Reconhecimento de Sinais de Trânsito e Assistente de Máximos.

Seis opções motrizes à escolha

Ao nível das motorizações não há surpresas. No total são seis, com cinco delas a gasolina e uma bi-fuel, a GNC (gás natural comprimido) — os motores Diesel deixaram de fazer parte do Ibiza e também do Arona o ano passado. Temos então as seguintes motorizações:

  • 1.0 MPI — 80 cv e 93 Nm; caixa manual de 5 vel.;
  • 1.0 EcoTSI — 95 cv e 175 Nm; caixa manual de 5 vel.;
  • 1.0 EcoTSI — 110 cv e 200 Nm; caixa manual de 6 vel.;
  • 1.0 EcoTSI — 110 cv e 200 Nm; DSG (dupla embraiagem) de 7 vel.;
  • 1.5 EcoTSI — 150 cv e 250 Nm; DSG (dupla embraiagem) de 7 vel.;
  • 1.0 TGI — 90 cv e 160 Nm; caixa manual de 6 vel.

 

Lincoln Futura Concept 1955

Você se depara com alguns carros raros se caminhar pelo sul da Califórnia por tempo suficiente, mas este pode levar o primeiro lugar.

De acordo com um vídeo compartilhado pela Model Citizens CC SoCal no início da semana passada (8 de agosto de 2018), uma réplica muito convincente do Lincoln Futura Concept car 1955 foi vista estacionada atrás de um Wine and Beer Garden em Temecula, Califórnia. Confira o vídeo selvagem para você abaixo!

Você terá que desculpar quem fez este vídeo na vertical, mas ele provavelmente estava muito surpreso para se lembrar de filmar corretamente em primeiro lugar.

Embora haja uma empresa em Indiana fazendo réplicas do Ford Futura, esta não é uma delas. Na verdade, o atual zelador deste carro, Mark Towle, da Gotham Garage, apareceu nos comentários em resposta a um comentário deixado pelo neto de Roy Brown, o designer-chefe do Futura.

De acordo com Todd Brown, neto de Roy Brown, “Quem postou originalmente este vídeo veja se consegue descobrir o dono daquele veículo e ver se ele está à venda. Há uma razão pela qual estamos interessados ​​nesse veículo-conceito porque sou neto de Roy Brown, o designer-chefe daquele veículo que foi feito em 1955, embora seja uma cópia do carro-conceito Ford Futura de 1955, há algumas coisas que ele não poderia copiar exatamente. Temos as plantas originais desse veículo e gostaríamos de colocá-lo exatamente como era em 1955. ”

Como é surpreendente que um vídeo postado no Facebook renderia os projetos originais do Lincoln Futura 1955.

Embora não seja tão popularmente conhecido como na época, o conceito original do Lincoln Futura de 1955 foi vendido ao famoso personalizador de carros George Barris, que transformou esse carro conceito no Batmóvel dos anos 60 na tradição da TV.

Mas, fazer uma réplica convincente como essa não é tão ruim assim. E agora que Mark Towle tem acesso aos projetos originais, com certeza ele vai aperfeiçoar esta réplica em uma condição de carro-conceito quase perfeita.

Esta certamente não é a primeira vez que este Futura Replica foi visto em estado selvagem. Há apenas alguns meses, ele estava estacionado no Grand National Roadster Show 2018 em Pomona, Califórnia.

Estacionado ao lado de alguns carros de aparência comuns de hoje, ele só vai mostrar um estilo selvagem como este não passaria da fase de esboço inicial na paisagem cheia de crossover de hoje.

 

Ford Kuga «Escape»

Já disponível em Portugal, o novo Ford Kuga (Escape no Brasil) apresenta-se como o mais eletrificado modelo de sempre na marca norte-americana. Todos os preços.

Já está à venda em Portugal a terceira geração do Ford Kuga, o C-SUV da marca norte-americana. O novo Kuga não podia ser mais diferente do que o seu antecessor, com um visual mais elegante, dinâmico — mais crossover que SUV

Partilha com o Focus a sua plataforma, a C2, é o primeiro SUV da Ford a derivar desta. Apesar do aumento de dimensões relativamente ao antecessor, o recurso à nova plataforma garante uma redução de massa em até 80 kg e a rigidez torcional da mesma eleva-se em 10% relativamente ao antecessor.

Foi há já um ano que o novo Ford Kuga foi revelado e na altura demos-te todos os pormenores sobre ele. Segue a ligação abaixo para saberes tudo sobre o C-SUV da Ford:

A gama Ford Kuga estrutura-se em três níveis de equipamento: Titanium, ST-Line e ST-Line X. Todas as motorizações estão disponíveis com todos os níveis de equipamento, à excepção da motorização base (1.5 EcoBoost de 120 cv) que apenas se encontra disponível com o nível Titanium.

No que respeita a motorizações, o novo Ford Kuga é o modelo da marca norte-americana mais eletrificado de sempre, ao integrar versões mild-hybrid 48 V (semi-híbridas), híbrida e híbrida plug-in. Para já, nesta fase inicial, estarão disponíveis as versões mild-hybrid e híbrida plug-in, com a versão híbrida a surgir mais tarde, em setembro.

Mild-Hybrid (MHEV)

Começando pela variante mild-hybrid 48 V, esta surge apenas associada à motorização 2.0 EcoBlue, que é como quem diz, um quatro cilindros em linha, Diesel, com 150 cv.

Como já vimos noutros mild-hybrid, o sistema é composto por uma bateria de iões de lítio 48 V e um motor de arranque/gerador elétrico (11,5 kW ou 15,6 cv), comandado por correia, que toma o lugar do alternador e motor de arranque convencionais. A máquina elétrica auxilia o motor de combustão em aceleração, como garante o funcionamento dos auxiliares elétricos. A função Auto Start-Stop vê-se igualmente estendida.

Híbrido plug-in (PHEV)

A variante híbrida plug-in do Ford Kuga, na qual recaem as expetativas de que corresponda a 40% do total das vendas da gama, permite até 56 km de autonomia elétrica (WLTP), ao mesmo tempo que é a mais potente da gama, com 225 cv, e a que emite menores emissões de CO2, apenas 32 g/km (1,4 l/100 km).

A cadeia cinemática resulta da conjugação de um quatro cilindros em linha a gasolina, com 2.5 l, de ciclo Atkinson (mais eficiente), com um motor elétrico síncrono. A caixa de velocidades, se é que lhe podemos chamar de tal coisa, pois, tal como num elétrico, tem apenas uma relação redutora (relação final é de 2,91). A bateria de iões de lítio, fornecida pela Samsung, tem 14,4 kWh de capacidade.

Para carregar a bateria existe uma ficha integrada no guarda-lamas dianteiro, como é possível também recorrer às desacelerações e travagens (dois níveis de travagem regenerativa) para recuperar energia. O carregador a bordo é de 3,6 kWh, e demora menos de seis horas para carregar a bateria a partir de uma tomada de 230 V.

100% Combustão

Nem só de motorizações eletrificadas se faz a gama do Ford Kuga, contando ainda com o 1.5 EcoBoost e o 1.5 TDCI EcoBlue, exclusivamente a combustão, no seu portefólio.

O 1.5 EcoBoost é um três cilindros a gasolina com turbocompressor e surge com dois níveis de potência: 120 cv e 150 cv. O 1.5 TDCI EcoBlue é um quatro cilindros a gasóleo, também com turbocompressor e debita 120 cv.

Todos os Ford Kuga mencionados são de tração dianteira, e a transmissão é efetuada ou por uma caixa manual de seis velocidades — 1.5 EcoBoost, 1.5 TDCI EcoBlue, 2.0 EcoBlue MHEV —, ou por uma caixa automática de oito velocidades — 1.5 TDCI EcoBlue.

Preços

O mais acessível dos Ford Kuga é o 1.5 EcoBoost de 120 cv com o preço a começar nos 31 923 euros, com o mais acessível dos Diesel, o 1.5 TDCI EcoBlue a começar nos 35 506 euros.

FORD KUGA
Motor Equip. Cx. Vel. CO2 (g/km) Preço
Gasolina
1.5 EcoBoost 120 cv Titanium Man. 6 vel. 152 31 923 €
1.5 EcoBoost 150 cv Titanium Man. 6 vel. 151 33 050 €
1.5 EcoBoost 150 cv ST-Line Man. 6 vel. 155 34 703 €
1.5 EcoBoost 150 cv ST-Line X Man. 6 vel. 155 36 659 €
Diesel
1.5 TDCI EcoBlue 120 cv Titanium Man. 6 vel. 134 35 506 €
1.5 TDCI EcoBlue 120 cv ST-Line Man. 6 vel. 136 37 176 €
1.5 TDCI EcoBlue 120 cv ST-Line X Man. 6 vel. 137 39 281 €
1.5 TDCI EcoBlue 120 cv Titanium Auto. 8 vel. 142 38 268 €
1.5 TDCI EcoBlue 120 cv ST-Line Auto. 8 vel. 145 40 219 €
1.5 TDCI EcoBlue 120 cv ST-Line X Auto. 8 vel. 146 42 394 €
Diesel Mild-Hybrid
2.0 EcoBlue MHEV 150 cv Titanium Man. 6 vel. 132 37 325 €
2.0 EcoBlue MHEV 150 cv ST-Line Man. 6 vel. 135 38 980 €
2.0 EcoBlue MHEV 150 cv ST-Line X Man. 6 vel. 135 41 013 €
Híbrido Plug-in
2.5 Duratec PHEV 225 cv Titanium Auto. 32 41 093 €
2.5 Duratec PHEV 225 cv ST-Line Auto. 32 42 719 €
2.5 Duratec PHEV 225 cv ST-Line X Auto. 32 44 752 €

Carros elétricos: o que acontecerá com todas as baterias descarregadas?

“A taxa de crescimento da indústria é absolutamente assustadora”, diz Paul Anderson, da University of Birmingham.

Ele está falando sobre o mercado de carros elétricos na Europa. Em 2030, a UE espera que haja 30 milhões de carros elétricos nas estradas europeias.

“É algo que nunca foi feito antes com essa taxa de crescimento para um produto completamente novo”, disse o Dr. Anderson, que também é codiretor do Centro de Birmingham para Elementos Estratégicos e Materiais Críticos.

 

Embora os veículos elétricos (EVs) possam ser neutros em carbono durante sua vida útil, ele está preocupado com o que acontece quando eles ficam sem estrada – em particular o que acontece com as baterias.

“Daqui a 10 a 15 anos, quando houver um grande número chegando ao fim da vida, será muito importante termos uma indústria de reciclagem”, destaca.

Embora a maioria dos componentes do EV sejam praticamente iguais aos dos carros convencionais, a grande diferença é a bateria. Embora as baterias de chumbo-ácido tradicionais sejam amplamente recicladas, o mesmo não pode ser dito das versões de íon-lítio usadas em carros elétricos.

As baterias EV são maiores e mais pesadas que as dos carros normais e são compostas por várias centenas de células individuais de íon-lítio, todas as quais precisam ser desmontadas. Eles contêm materiais perigosos e têm uma tendência inconveniente de explodir se forem desmontados incorretamente.

“Atualmente, globalmente, é muito difícil obter números detalhados de qual porcentagem das baterias de íon-lítio são recicladas, mas o valor que todos citam é de cerca de 5%”, disse o Dr. Anderson. “Em algumas partes do mundo é consideravelmente menos.”

As propostas recentes da União Europeia veriam os fornecedores de EV responsáveis ​​por garantir que seus produtos não sejam simplesmente descartados no final de sua vida útil, e os fabricantes já estão começando a atingir a marca.

A Nissan, por exemplo, agora está reutilizando baterias velhas de seus carros Leaf nos veículos guiados automatizados que entregam peças aos trabalhadores em suas fábricas.

A Volkswagen está fazendo o mesmo, mas também abriu recentemente sua primeira fábrica de reciclagem, em Salzgitter, Alemanha, e planeja reciclar até 3.600 sistemas de bateria por ano durante a fase piloto.

“Como resultado do processo de reciclagem, muitos materiais diferentes são recuperados. Como primeiro passo, nos concentramos em metais catódicos como cobalto, níquel, lítio e manganês“, disse Thomas Tiedje, chefe de planejamento de reciclagem do Volkswagen Group Components.

“Partes desmontadas dos sistemas de bateria, como alumínio e cobre, são fornecidas em fluxos de reciclagem estabelecidos.”

Enquanto isso, a Renault está reciclando todas as baterias de seus carros elétricos – embora, do jeito que as coisas estão, isso chegue a apenas algumas centenas por ano. Ela faz isso por meio de um consórcio com a empresa francesa de gestão de resíduos Veolia e a empresa química belga Solvay.

“Nosso objetivo é poder atender a 25% do mercado de reciclagem. Queremos manter esse nível de cobertura e, claro, isso cobriria de longe as necessidades da Renault”, disse Jean-Philippe Hermine, vice-presidente de estratégias ambientais da Renault planejamento.

“É um projeto muito aberto – não é para reciclar apenas as baterias da Renault, mas todas as baterias, e também incluindo os resíduos de produção das fábricas de baterias.”

O assunto também está recebendo atenção de órgãos científicos como a Instituição Faraday, cujo projeto ReLiB visa otimizar a reciclagem de baterias de VE e torná-la o mais simplificada possível.

“Imaginamos uma indústria mais eficiente e econômica no futuro, em vez de passar por alguns dos processos que estão disponíveis – e podem ser ampliados agora – mas não são terrivelmente eficientes”, disse o Dr. Anderson, que é o investigador principal da o projeto.

Atualmente, por exemplo, grande parte da substância de uma bateria é reduzida durante o processo de reciclagem para o que é chamado de massa negra – uma mistura de lítio, manganês, cobalto e níquel – que precisa de um processamento ainda mais intensivo de energia para recuperar os materiais em um forma utilizável.

A desmontagem manual das células de combustível permite que mais desses materiais sejam recuperados com eficiência, mas traz problemas próprios.

“Em alguns mercados, como a China, as regulamentações de saúde e segurança e ambientais são muito mais flexíveis e as condições de trabalho não seriam aceitas no contexto ocidental”, disse Gavin Harper, pesquisador da Faraday Institution.

“Além disso, como a mão de obra é mais cara, toda a economia torna difícil fazer uma boa proposta no Reino Unido.”

A resposta, diz ele, é a automação e a robótica: “Se você pode automatizar isso, podemos retirar parte do perigo e torná-lo mais economicamente eficiente.”

Lotus Emira

A Lotus deu uma primeira olhada em seu tão aguardado carro esporte Emira, com lançamento previsto para 2022.

Anteriormente conhecido pelo codinome Type 131, o Emira será o último modelo baseado na plataforma de alumínio colada e rebitada da Lotus, que remonta ao Elise original, lançado em meados da década de 1990. Ele usará uma versão altamente atualizada da plataforma de motor central, referida internamente como Elemental, e mulas de teste usando painéis improvisados ​​da carroceria do Evora já foram vistos.

O Emira será mostrado na íntegra em 6 de julho, mas não chegará às concessionárias até em 2022, o que significa que provavelmente chegará como um modelo 2023. A boa notícia é que haverá uma chegada também aos Estados Unidos.

O Emira substituirá Elise, Exige e Evora na programação global da Lotus e será o último dos carros da marca britânica equipado com motor de combustão interna. E ao contrário dos rumores anteriores, não haverá nenhuma eletrificação.

Haverá várias versões do Emira, no entanto, com opções inline-4 e V-6 planejadas. Espera-se que o V-6 seja o moinho de 3,5 litros da Toyota usado no Evora e no Exige, que em seu mais alto estado de ajuste oferece cerca de 430 cv. O inline-4 deve entregar cerca de 300 hp.

Quanto ao preço, o ex-CEO da Lotus, Phil Popham, disse em janeiro que o carro terá uma ampla faixa de preços para ajudar a impulsionar seu apelo, especialmente nos Estados Unidos. Ele sugeriu um preço inicial de cerca de 55.000 libras esterlinas (aproximadamente US $ 75.000) e um topo de linha figura de cerca de 105.000 libras esterlinas. O único Lotus vendido atualmente nos EUA é o Evora, que custa pouco menos de US $ 100.000.

Depois do Emira, a Lotus seguirá a rota totalmente elétrica. A empresa está perto de assinar o hipercarro elétrico Evija, que deve entrar em produção ainda este ano e foi claramente a inspiração para o estilo do Emira.

A Lotus também está desenvolvendo uma plataforma para carros esportivos elétricos que será compartilhada com a francesa Alpine . Além dessa plataforma, haverá uma segunda plataforma de veículo elétrico que a Lotus usará para um crossover . O crossover será construído em uma fábrica em Wuhan, China. A Lotus planeja reservar a produção do Reino Unido apenas para seus modelos de carros esportivos.

Hengchi

Proprietário de NEVS lança marca Hengchi, 9 EVs no salão do automóvel de Xangai

O Evergrande Group, um conglomerado cujo negócio de incorporação imobiliária é o maior da China, lançou a marca de automóveis Hengchi para atender à crescente demanda por veículos elétricos.

Hengchi usou o Auto Shanghai 2021 desta semana para mostrar seus primeiros produtos e teve nada menos que nove veículos em exibição.

Ajuda o fato de Hengchi ter muito dinheiro para apoiá-lo. Sua controladora, Evergrande, é uma das maiores empresas da China com operações nos setores de saúde, imobiliário, tecnologia e turismo. Sua incursão na indústria automobilística teve um início difícil com um investimento inicial na Faraday Future, que foi finalizado no início de 2019 . Pouco depois, Evergrande comprou o controle acionário da NEVS , empresa que tentou salvar a Saab.

Agora Evergrande está pronto para enfrentar o crescente mercado de EV da China com Hengchi. No Salão do Automóvel de Xangai, todos os nove Hengchis em exibição apresentavam um nome numérico começando em 1 e indo até 9.

A Hengchi ainda está equipando suas fábricas de automóveis, mas espera iniciar as entregas de seus primeiros quatro modelos em 2022. Os quatro incluem o Hengchi 1, um grande sedã para o Tesla Model S, e o Hengchi 3, 5 e 6 – todos cruzamentos de vários tamanhos.

Os outros modelos que compõem os nove em exibição em Xangai são, em sua maioria, sedãs e uma minivan. Incrivelmente, Hengchi está planejando adicionar mais cinco veículos, o que elevará o total para 14.

Poucos detalhes foram divulgados, mas sabemos que Evergrande está trabalhando com uma série de grandes fornecedores e projetistas automotivos, incluindo as empresas de engenharia automotiva alemãs Benteler e FEV Group, bem como a empresa suíça de motorização Hofer Engineering. Hengchi também tem em sua equipe Daniel Kirchert, um ex-executivo da BMW que co-fundou a startup de EV rival Byton.

Para mais informações sobre o Salão do Automóvel de Xangai, dirija-se ao nosso hub dedicado .

 

Tokyo Motor Show cancelado pela primeira vez em 67 anos

O cancelamento do evento ocorre no momento em que os organizadores dos Jogos Olímpicos levam adiante seus planos.

A decisão ocorre em um momento em que se espera que o Japão declare estado de emergência para Tóquio, Osaka e duas outras prefeituras de 25 de abril a 11 de maio.

O Japão está enfrentando um aumento nos casos de Covid-19, impulsionado por variantes mais infecciosas do vírus.

O Tokyo Motor Show, que começou em 1954 e normalmente é realizado a cada dois anos, estava programado para acontecer em outubro.

O último evento, realizado em 2019, atraiu cerca de 1,3 milhão de visitantes, segundo a Japan Automobile Manufacturers Association.

O presidente da organização, Akio Toyoda, que também é o presidente da maior montadora de automóveis do Japão, Toyota, disse que o evento foi cancelado porque “é difícil oferecer nosso programa principal em um ambiente seguro”.

Os organizadores da mostra também disseram que, ao contrário de outras grandes exibições da indústria que se moveram online durante a pandemia, não havia planos de torná-la um evento virtual.

O cancelamento ocorre enquanto o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, deve declarar estado de emergência em várias partes do país, incluindo Tóquio e Osaka.

Esses últimos desenvolvimentos vêm apenas três meses antes do Japão estar programado para sediar as Olimpíadas de 2020, que já foram adiadas por um ano.

Esta semana, na China, ocorreu a primeira grande exposição mundial de automóveis desde o início da pandemia.

O maior salão do automóvel do país, Auto Shanghai 2021, foi aberto ao público, mas com os participantes tendo que fazer os testes do Covid-19 para entrar.

Mazda MX-81 Aria

“The shape of time” é um documentário que narra a ligação entre dois povos e duas culturas diferentes, mas próximas.

Há uma foto na qual você pode ver o Duomo de Milão ao fundo. Em primeiro plano, há um carro, mas não é um modelo conhecido ou pelo menos nunca foi visto na estrada. Há uma menina e um menino olhando para o alvo, com os braços cruzados e as mãos nos bolsos, como se para se aquecer do ar frio da madrugada. Então meu olhar volta para o Duomo, procurando algum sinal que pudesse indicar a data da foto. A fachada já foi restaurada pelo menos uma vez, mas não brilha como é hoje. Então não pode ser uma foto tirada nos anos 70, nem mesmo nos anos 90. E o carro? É italiano? Ao que parece, levando em consideração a atenção às proporções e linhas harmoniosas. No entanto, algo não combina, com aquelas janelas grandes e uma linha tão baixa. Que modelo é? De onde vem? Porque eu estava lá? O mistério só é revelado pela mão que encontrou a imagem em um arquivo oculto, reabrindo um capítulo que poderia ter ficado encerrado e, se o tivéssemos feito, teríamos perdido uma das mais belas histórias do automobilismo.

Sim, porque a foto foi redescoberta nos escritórios da Mazda Italia em Roma e desencadeou uma sequência de eventos afortunados e irrepetíveis. O carro, antes de mais nada: é o Mazda MX-81 Aria, um conceito futurista criado por Bertone em 1981. Por que Bertone trabalhou com os japoneses? E acima de tudo, esse conceito ainda existe? Após as primeiras perguntas, começaram os primeiros telefonemas, emails e mensagens entre R Bertone oma e Hiroshima, sede da Mazda. Foi Nobuhiro Yamamoto, o “pai” do MX-5, que o encontrou em um galpão não muito longe de seu escritório.

Isso é uma surpresa, pois os conceitos muitas vezes são descartados quando não são mais úteis. Mas o MX-81 ainda está intacto, apesar dos sinais do tempo. Há mais mensagens, mais e-mails, mais ligações. Japoneses e italianos voltam algumas décadas no tempo e decidem juntos que esse conceito tem que brilhar novamente e, para isso, deve retornar à Itália, a Turim, onde nasceu em 1980.

Uma operação sem precedentes começa. O estado geral do carro é bom: embora tenha sofrido com a umidade, não há danos significativos. Em seguida, foi transferido para a sede da Mazda em Hiroshima e passou por uma revisão mecânica abrangente. A intervenção centrou-se no desmantelamento do motor e no restauro de cada uma das peças, desde o radiador à bateria, passando pela bomba de água e pelo reservatório. Os freios e a direção, assim como o sistema elétrico, também foram revisados. Após 39 anos, o MX-81 é reiniciado e testado na pista.

Depois de pouco mais de duas semanas desde a descoberta, o MX-81 decola da costa japonesa, para chegar a Antuérpia (Bélgica) e depois a Turim. Esta foi realizada pelos artesãos especializados da SuperStile, empresa fundada em 2015 no distrito automotivo piemontês e que colabora com os principais centros de estilo, designers e fabricantes de automóveis de todo o mundo na criação e reconstrução de modelos, protótipos e automóveis. exposição. Para o MX-81 Aria, quase um retorno à família. Nas obras de restauração Flavio Gallizio, filho de Arrigo, ex-colaborador dos planos de forma do Centro de Estilo Bertone nas fases anteriores ao conceito Aria. Em Torino é realizada uma operação conservadora, com o objetivo de preservar os materiais originais, tanto quanto possível, optando, no entanto, por deixar visíveis os sinais do tempo. A pintura é restaurada, devolvendo a folha ao seu estado original, com uma cor igual à da época. Para alcançar este resultado, a cor do corpo é escaneada e comparada em vários pontos, e então reproduzida fielmente. Mas não só o exterior: os artigos de couro do interior são limpos de todos os vestígios de humidade e o vidro dos faróis é totalmente recriado, devolvendo o bom funcionamento dos faróis retrácteis.

Mas então de onde vem esse carro? Vamos voltar, desta vez, vinte anos. Em 1960, Hideyuki Miyakawa veio para a Itália e conheceu Giorgetto Giugiaro no Salão Automóvel de Turim. Na época, o designer italiano tinha vinte e poucos anos, mas já era o designer-chefe de Bertone. Mal sabiam os dois que este seria o primeiro passo de uma longa jornada. Hoje, Hideyuki é considerado um dos principais responsáveis ​​pelo sucesso do design italiano no Japão, e é membro honorário do Japan Automobile Hall of Fame. Não foi por acaso que Miyakawa conheceu Maria Luisa “Marisa” Bassano, que trabalhava como intérprete de japonês, e se apaixonou por ela. Miyakawa foi “adotado” pela família Bassano, a ponto de ser bem recebido em sua casa, mesmo quando Marisa fez uma viagem de estudos, que ela havia organizado anteriormente, para Hiroshima. Em 1961 Miyakawa foi visitá-la e, graças ao conhecimento pessoal da família que acolheu a menina, conheceu Tsuneji Matsuda, presidente da Mazda e filho do fundador Jujiro. Os dois começam a falar sobre a importância do design para a indústria automobilística japonesa, lançando as bases para a influência de Miyakawa na empresa.

Enquanto isso, Hideyuki e Marisa ficaram noivos e se casaram no ano seguinte. Logo voltaram a Turim, por motivos emocionais, mas também porque naquela época era a sede dos três primeiros “Carrozzeries” italianos: os lendários estúdios Bertone, Ghia e Pininfarina. Juntos, os dois começaram a atuar como intermediários entre esses estúdios de design e as montadoras japonesas. Isso é exatamente o que a Mazda está procurando, procurando maneiras de diferenciar seus próximos carros.

Matsuda envia um designer da empresa para a Itália, e a primeira colaboração entre a Mazda e a Bertone resulta no Mazda Familia 1963, um carro familiar compacto. No ano seguinte, uma versão sedan surgiu e, em 1965, um cupê completou a série. Embora longe de ser um esportivo radical, seu design mostra claramente o estilo de Bertone: afinal, ele é modelado por um jovem Giorgetto Giugiaro, um nome que está prestes a se tornar extremamente importante para o design automotivo em geral. E para a relação entre eles Itália e Japão em particular. A combinação de tecnologia japonesa e estética italiana acabou por ser um grande sucesso: com cerca de 400.000 unidades da primeira geração Mazda Familia fabricadas entre 1963 e 1968, a série atinge uma quota de mercado de 44% na sua categoria. Mas este é apenas o começo da parceria. Enquanto trabalhava no Familia, Giugiaro criou os designs de um sedã elegante e futurista: o SP8, abreviação de trabalho, tornou-se o Mazda Luce e entrou em produção em 1966. Pela primeira vez, um carro da marca foi exportado para a Europa, e contribui para a ideia de que a Mazda é um fabricante automóvel dedicado ao design.

Mesmo depois que Giugiaro foi trabalhar para Ghia, a colaboração entre Mazda e Bertone não cessou, dando origem ao projeto MX-81 em 1981. Uma nova sigla foi inaugurada, o famoso MX (Mazda eXperimental), destinado aos carros que representavam .um desafio de criar e oferecer novos valores sem ser restringido por convenções, independentemente do tipo de veículo. O primeiro carro a apresentar essa sigla foi um carro-conceito, projetado por Marc Dechamps, o designer-chefe de Bertone: um pequeno coupé ganhou vida, com o formato de cunha típico dos carros da carroceria de Torino. Mas não é a forma do carro, retirada do Volvo Tundra Concept – desenhado em 1979 para Bertone por Marcello Gandini – que surpreende, mas sim o estilo exterior e interior e as soluções tecnológicas.

Para começar, tem janelas particularmente grandes, alinhadas com o corpo, para inundar toda a cabine de luz. Depois, há os aglomerados de luzes dianteiras que estão desaparecendo, assim como o limpador de pára-brisa. Outra peculiaridade da carroceria são as lanternas traseiras verticais que ocupam praticamente todo o pilar C. Um estilo arrojado e inovador que resultou em um coeficiente de penetração, especialmente para a época: 0,29.

Mas não é a forma da carroceria que caracteriza o Mazda MX-81 Aria, nem seus vidros generosos: a verdadeira peculiaridade do conceito japonês é seu volante. Em vez da clássica coroa circular, os raios e a coluna, há uma espécie de cinto unidirecional composto por pequenos espigões de plástico fixados de forma flexível, presos ao sistema de direção hidráulica, que corre ao longo do painel de instrumentos retangular, onde as informações sobre um tela colorida. Claro, não há TFT ou algo parecido, mas uma bela mini TV de tubo de raios catódicos. Entre o monitor e o volante estão os vários controles para operar os limpadores de para-brisa, piscas, luzes e até a buzina.

Há também outros detalhes menores, como os bancos dianteiros que giram para facilitar o acesso ao banco traseiro. Nascido expressamente como um conceito, o Mazda MX-81 Aria permite excessos impossíveis de produzir, embora o Mazda 323 F aceite alguns pequenos detalhes, especialmente na frente com o nariz achatado e as luzes retráteis. Ao contrário, era impossível para aquele volante acionado por correia entrar no processo de produção em massa. Porém, a experiência nos ensinou que a história se repete e hoje, com os primeiros protótipos de carros autônomos nível 4 e 5, volantes são passíveis de repensar pelos fabricantes e conceitos com controles retangulares, capazes de retrair no painel quando não em uso, eles estão se tornando cada vez mais na moda.

O MX-81 deu a campainha no Salão do Automóvel de Tóquio e nesse mesmo ano foi o protagonista da sessão fotográfica ambientada em Milão, na Piazza del Duomo, de onde partimos e para onde voltamos em 2021, com o conceito na empresa do MX-30, o carro elétrico que a fabricante japonesa lançou por ocasião de seu centenário.

Uma história que une o design italiano ao japonês, uma história que merece ser contada. Assim nasceu o documentário La forma del tempo , com os protagonistas que contam este conceito na primeira pessoa, um marco na relação entre Japão e Itália e na ligação entre dois povos tão diferentes mas ao mesmo tempo tão próximos.

O documentário, de dez minutos, está online gratuitamente no YouTube:

Lada Granta Camper

A autocaravana de menor custo que conhecemos pode ser sua por apenas 12.800 euros.

A pandemia está nos ensinando a valorizar mais coisas que antes passavam despercebidas por muitos. Entre eles está o prazer de viajar, de sair de casa, de conhecer novos lugares. A questão é que agora é difícil pensar nessas viagens em massa cercadas de pessoas que muitos de nós tivemos que fazer antes dos tempos estranhos em que não estamos tocando ao vivo. E é por isso que o mundo campista ganha força na Espanha , algo que já fazia parte da cultura de outros países europeus e americanos, mas que estava prestes a explodir aqui.

Uma autocaravana (recomendamos que leia também o nosso artigo sobre as melhores novas autocaravanas do mercado), ou uma autocaravana completa, permitem-lhe viajar para onde quiser sem ter que abrir mão da distância social que somos obrigados a manter a evitar infecções. Você pode escolher um destino (se o fechamento do perímetro permitir, é claro) e viajar sem ter que reservar um quarto de hotel, já que esses veículos oferecem tudo que você precisa para viajar com conforto e sem perder nada.

Um dos problemas que geralmente surge quando você considera a compra de uma dessas soluções de habitação com rodas (pegue agora) é o preço. Os novos geralmente são caros para os mortais comuns, embora haja um mercado de segunda mão muito interessante que permite acessá-los sem quebrar o banco sem remissão. Mas, se você gosta de novidades e está pensando em comprar um trailer, temos uma boa notícia.

A Lada oferece o seu modelo Granta com uma preparação de autocaravana muito interessante por um preço muito interessante, que começa nos 12.800 euros, um pouco mais de R$80mil reais. A montadora russa, em colaboração com a Lux-Form, criou uma caravana de baixo custo, uma opção muito interessante para quem quer ter um novo trailer, com tudo o que precisa para viajar o mundo sem ter que se endividar por anos .

Como você pode imaginar, a cabana não é muito grande: 2,17 m de comprimento, 1,58 m de largura e 1,64 m de altura, mas como você pode ver nas imagens, não falta detalhes, pois oferece uma aconchegante sala de estar, uma cozinha completa e um banheiro com tudo que você precisa para aquelas coisas que costumam ser feitas nos banheiros.

A cozinha possui pia, geladeira de 60 litros, fogão a gás e diversos armários para guardar tudo o que você precisar em sua viagem.

A aconchegante sala de estar tem dois bancos, uma mesa dobrável e uma cama grande localizada na cabine superior. Além disso, uma segunda cama pode ser habilitada usando os bancos, para viajar com os mais pequenos, por exemplo.

A luz é garantida graças a várias janelas e claraboias, e se pretende completar ainda mais o equipamento, a marca oferece uma infinidade de opções que podem chegar aos 25.000 euros como preço máximo.