Nissan R390 GT1 – Automóveis japoneses que ficaram esquecidos

No mundo automóvel existem inúmeras criações, das mais banais às mais raras, das mais simples às mais exuberantes. Desta fica aqui um top de veículos oriundos da “Terra do Sol Nascente” e menos conhecidos pelos entusiastas da área.

Nissan R390 GT1

O R390 GT1 tinha um peso de 1100 Kg, uma velocidade de ponta superior a 320 km/h e uma aceleração dos 0-100 em 4s. Isto na versão de competição. Já na de estrada, bem, na de estrada era virtualmente igual!

Com 4.7 metros de comprimento e dois metros de largura, era um monstro equipado com um V8 de 3.5L capaz de debitar 550cv, às rodas traseiras, através de uma transmissão sequencial de 6 velocidades. O design representativo do trabalho de Ian Callum, agora Chefe de Design na Jaguar, era fruto da reutilização de partes de outros projectos da Nissan, como os faróis do 300ZX, a par de tecnologias como o carbono, aplicadas no chassis, para reduzir o peso do máquina.

No entanto, apenas um foi fabricado, não tendo a Nissan procurado comercializar este modelo – o preço seria elevadíssimo o que dado o posicionamento da marca no mercado seria dificilmente vendável a potenciais interessados. Esta espécie singular repousa então solitário na sede da marca, em Yokohama, Japão.

Fonte: Motos24 (Leia o artigo completo)

Yamaha OX99-11 – Automóveis japoneses que ficaram esquecidos

No mundo automóvel existem inúmeras criações, das mais banais às mais raras, das mais simples às mais exuberantes. Desta fica aqui um top de veículos oriundos da “Terra do Sol Nascente” e menos conhecidos pelos entusiastas da área.

Yamaha OX99-11

O nome é complexo, fazendo jus ao carro por trás. Resulta do envolvimento da Yamaha na Fórmula 1, iniciado em 1989, e este projecto é equipado por um V12 de 3.5L, desenvolvido para competição em 1991.

Este motor de F1 foi alterado para uso em estrada mas, mesmo assim, debitava 400cv às rodas traseiras e o ponteiro subia até às 10.000 rpm! Com pouco mais de 1000kg, cumpria os 0-100 km/h em 3.2s e tinha uma velocidade máxima de quase 350 km/h. Feito em alumínio e fibra de carbono, tem uma zona central peculiar tipo jacto, abrindo no estilo “asa de gaivota”.

Infelizmente, a crise financeira dos anos 90 e um preço a rondar mais de meio milhão de euros forçou o fim desta etapa com apenas três veículos produzidos.

Fonte: Motos24 (Leia o artigo completo)