É um MX-5? É um Corvette? Não, é um Mitsuoka… Rock Star

Nem sempre recordada pelas melhores razões, a japonesa Mitsuoka acaba de revelar a sua última proposta — um MX-5 que quer ser um Corvette, de nome… Rock Star.

Sem brincadeira, este é o Rock Star da Mitsuoka, e no que toca a nomes para automóveis este sobe bem alto na lista para os nomes mais absurdos para um automóvel.

Para quem não conhece a Mitsuoka é uma pequena empresa automóvel japonesa que se dedica, essencialmente, a dar um “look retro” a automóveis contemporâneos. Os resultados costumam ser no mínimo… dúbios. É dela também o super-desportivo Orochi, que também apresenta-se com um estilo muito próprio…

A sua última criação volta a recorrer ao Mazda MX-5 (ND) como base — já o tinha usado para criar o Himiko, que transforma o MX-5 em algo semelhante a um… Morgan ou Jaguar pré-Guerra. Desta vez, a Mitsuoka foi aos EUA buscar inspiração, transformando o contemporâneo MX-5 no que parece ser um mini Corvette Stingray (C2 ou segunda geração).

É a primeira vez que a Mitsuoka inspira-se num modelo americano — todas as suas transformações têm como base visual modelos europeus de outros tempos —, e serve também para comemorar o 50º aniversário da empresa.

Surpreendentemente bom

Considerando o histórico visual da Mitsuoka — dignos exemplares de uma estética kitsch —, este Rock Star até acabou por resultar bastante bem. As proporções do pequeno roadster japonês encaixam quase na perfeição com as proporções do Corvette C2 — capot longo e habitáculo recuado.

É certo que não é uma réplica mas as semelhanças são óbvias. Está cheio de pormenores curiosos, como as pequenas óticas dianteiras circulares — o Corvette tinha faróis escamoteáveis —, os pára-choques em L e a saída de ar por trás da roda dianteira, replicando ou interpretando as mesmas soluções do Corvette Stingray. Do MX-5 parece apenas sobrar as portas e o pára-brisas.

As especificações do Rock Star também permanecem idênticas às do MX-5 1.5. Existem três versões, uma delas com caixa automática, e estará disponível em seis cores, todas elas com nomes muy americanos: Los Angeles Blue, Chicago Red, New York Black, Cisco Orange, Washington White e Arizona Yellow.

O preço para esta “estrela de rock” MX-5/Corvette? Pouco mais de 36 mil euros (versão base), quase o dobro de um MX-5 no Japão. A Mitsuoka anunciou apenas 50 unidades, pelo menos para já…

Já temos o “look”, só falta a troca de motor para um LS V8… 

Fonte: Razão automóvel (Leia o artigo completo)

Cidades alemãs lideram na partilha dos automóveis

A mobilidade partilhada está a crescer por todo o Mundo, com destaque para a Alemanha, o país que regista o maior aumento de utilizadores. Mas também em França, Espanha, Itália, Áustria, Polónia e Japão, o carsharing é uma aposta cada vez mais forte das empresas de aluguer de automóveis e dos próprios fabricantes.

Um estudo conduzido no ano passado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), dado a conhecer pela DriveNow, prevê que, na Alemanha, o número de utilizadores de automóveis partilhados até 2020 chegue aos 15 milhões em 2020.

Portugal não escapa a esta tendência. Dados recentemente divulgados, revelam que a DriveNow atingiu mais de 150 mil viagens na cidade de Lisboa. A um mês de celebrar o seu primeiro ano de atividade no país, a plataforma tem em média 1500 registos mensais, mas estima chegar aos 30 mil até final do próximo mês de setembro.

O serviço de carsharing chegou a Portugal em setembro de 2017, sendo Lisboa a 13.ª cidade europeia a receber a DriveNow e a primeira na Península Ibérica a ter este serviço. Segundo os responsáveis pela empresa, por cada carro de carsharing, há pelo menos seis particulares que deixam de circular nas estradas.

Paris é outro dos exemplos. A Ubeeqo, líder em carsharing na capital francesa, tem vindo a apresentar um crescimento continuado desde o lançamento em 2015 e anunciou como objetivo, a curto prazo, aumentar a frota disponível em 25% até ao mês de outubro e duplicar a frota até final do ano, incluindo 150 veículos elétricos.

A par disto, outras alternativas de partilha, como bicicletas e motos, estão, também, a ganhar importância. O transporte público local também se tornará mais integrado aos esquemas de partilha no futuro, facilitando a migração das pessoas para mobilidade partilhada e conectada – especialmente nas cidades“, antecipa a DriveNow, na divulgação do estudo.

O primeiro projeto de partilha automóvel foi iniciado na Alemanha em 1988. Hoje, 30 anos depois, mais de 2,1 milhões de clientes estão registados e existem cerca de 165 fornecedores do serviço de carsharing naquele país.

Fonte: JN (Leia o artigo completo)