Veja quais são os carros mais econômicos do Brasil em 2018

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que afere a eficiência dos automóveis comercializados no Brasil, divulgou um ranking com os carros mais econômicos deste ano de 2018.

A lista teve boas novidades, com a ampliação da oferta de modelos híbridos e a estreia dos primeiros elétricos. Esses modelos, nos quais o motor a combustão não é o único ou não existe, ocuparam metade das dez posições.

O ano que vem promete mais reviravoltas nesse ranking, com outros modelos eletrificados no mercado. É o caso do Nissan Leaf e do Chevrolet Bolt, que por enquanto ainda estão em pré-venda e não foram considerados pelo Inmetro.

O novo campeão de eficiência à venda no País é o Renault Zoe. O carrinho chega importado da França por R$ 149.990 e cravou o consumo energético de 0,65 MJ/km. Isso seria equivalente a um consumo médio (cidade/estrada de) 32,2 km/litro com gasolina e 26,7 km/litro com etanol. Tudo isso sem emissão de poluentes.

Em segundo lugar aparece o antigo líder, ora destronado, Toyota Prius. O híbrido tem tabela a R$ 125.450. Seu consumo energético é de 1,15 MJ/km e ele roda, sempre com gasolina, 17 km/l na estrada e 18,9 km/l na cidade. A emissão de gás carbônico é de 71 g por km rodado.

O terceiro colocado, vejam só, é um SUV. Fabricado na Suécia, o Volvo XC90 é um híbrido tipo plug-in (que pode ser recarregado na tomada) com um motor 2.0 turbo e outro elétrico. Custa R$ 429.950 e tem consumo energético de 1,20 MJ/km. Com gasolina, os consumos rodoviário e urbano são de 16,4 e 18,9 km/litro. Ele emite 150 g de CO2 por km.

Depois vem outro conhecido dos brasileiros, o Ford Fusion Hybrid. Tabelado a R$ 164.900, o sedã híbrido obteve a marca de 1,31 MJ/km de consumo energético. O consumo de gasolina é 15,1 km/l na estrada e 16,8 km/l na cidade. A emissão é de 81 g/km de CO2.

Segundo escalão dos mais econômicos tem motores a combustão

Só na quinta posição aparece o primeiro modelo movido unicamente por motor a combustão. Trata-se do Renault Kwid, subcompacto com motor 1.0 de três cilindros e 70 cv. A versão de entrada custa R$ 32.490. O consumo energético é de 1,39 MK/km. Com etanol, ele faz 10,3 kim/l na cidade e 10,8 km/l na estrada. Com gasolina, as médias são de 14,9 km/l e 15,6 km/l, respectivamente. O nível de emissão de CO2 é de 86 g/km.

Em seguida, vem o Volkswagen Move Up! com o motor 1.0 aspirado e flexível de até 82 cv. Ele parte de R$ 51.290. O consumo energético é de 1,40 MJ/km. Com etanol, ele faz 10 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada. Já com gasolina, ele crava 14,3 km/l e 16,3 km/l, respectivamente. A cada km rodado, ele emana 86 g de gás carbônico na atmosfera.

A sétima posição fica com o hatch híbrido Lexus CT 200h, que custa R$ 135.740. Seu consumo energético de 1,41 MJ/km. Seu motor 1.8 roda apenas com gasolina e obtém médias de 15,7 km/l na cidade e 14,2 km/l na estrada, com emissão de 87 g de CO2 por km rodado.

Discretos, Mobi e 208 resistem

Outro subcompacto no ranking, o Fiat Mobi GSR tem motor 1.0 Firefly de três cilindros e até 77 cv e transmissão automatizada. Os preços começam em R$ 47.590. O conjunto tem consumo energético de 1,43 MJ/km e emite 89 g de CO2 por km. As médias urbanas são de 9,8 km/l com etanol e 14 km/l com gasolina. Em ciclo rodoviário, o carrinho cumpre 11,1 km/l com o combustível vegetal e 15,9 km/l com o fóssil.

O nono colocado é o discreto Peugeot 208, com motor tricilíndrico de 1,2 litro. Ele parte de R$ 55.990 e tem consumo energético de 1,46 MJ/km. Com gasolina, ele roda 13,9 km/l na cidade e 15,5 km/l na estrada. Com álcool, são 9,6 km/l e 10,7 km/l, respectivamente. A emissão de gás carbônico por km rodado é de 84 g.

O lanterninha dos dez mais é o Ford Ka com motor 1.0 flexível de até 85 cv. Ele parte de R$ 45.990 na versão S e emite 86 g de CO2 por km rodado. O consumo energético é de 1,49 MJ/km. Com gasolina, ele faz 13,5 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada. Com etanol, as médias são de 9,2 km/l e 10,8 km/l, respectivamente.

Fonte: Jornal do Carro

As seis marcas de automóveis mais antigas do mundo

As seis marcas de automóveis mais antigas do mundo desenvolvem e fabricam veículos há mais de um século. Tais insígnias resistiram a inúmeros avatares, crises financeiras e até a duas guerras mundiais. Surgidas quase todas como modestas e individuais iniciativas industriais, conseguiram impor ao longo dos anos grande personalidade nos seus modelos e duram até hoje.

1ª- Vauxhall, 1857
No ano de 1857, um engenheiro escocês chamado Alexander Wilson fundou, em Vauxhall, Londres, uma fábrica focada em produzir motores de barcos e motociclos. Depois de reorientar a empresa para a indústria automobilística, o primeiro automóvel que saiu da fábrica foi o Vauxhall 5HP, um veículo de dois lugares que foi construído, em 1903, por ordem do londrino Percy Kidner.

 

2ª- Opel, 1863
Adam Opel apresentou, em 1902, o 10/12 HP, com motor de dois cilindros. Sete anos mais tarde, em 1909, teria grande êxito com o Opel 4/8 HP, um automóvel que se popularizou em virtude da sua confiabilidade e robustez.

 

3ª- Peugeot, 1891
Armand Peugeot foi o homem que, no ido ano de 1891, fundou esta insígnia automóvel gaulesa: depois de construir inicialmente triciclos e quadriciclos a vapor, comercializou o seu primeiro automóvel com motor a gasolina. Tratava-se do Type 2, que deu lugar ao Type 3, o primeiro modelo do mundo fabricado em série e que totalizou uma produção de 64 exemplares.

 

4ª- Fiat, 1899
Em 1899 foi fundada a Fiat (Fabbrica Italiana Automobili Torino). Passado um ano chegaria à linha de produção, em Turim, o 3 ½ HP – de que foram construídas 26 unidades -, um quadriciclo desprovido de marcha-atrás.

 

5ª- Ford, 1903
Henry Ford construiu artesanalmente o seu primeiro veículo em 1886. A marca Ford, essa, nasceria no ido ano de 1903. A produção em larga escala através de linhas de montagem fez a Ford revolucionar a indústria automobilística. O modelo T, projectado pelo próprio Ford e produzido entre 1908 e 1927, foi o que impulsionou a marca nos seus primórdios.

 

6ª – Rolls-Royce, 1906
Em 1906, Henry Royce e Charles Rolls fundaram a marca que, desde então, é chamada para representar o luxo supremo no automóvel. O seu primeiro modelo foi designado Silver Ghost, um veículo que foi escolhido pela imprensa como o melhor automóvel do mundo depois de bater vários recordes de confiabilidade em longa distância.

 

Fonte: Motor24